Por Silvia Berlinck
Percebemos, diariamente, a resistência que todos temos em relação às causas ambientais.
Vemos o assunto como algo poético, bonito, porém muito distante, impossível de vivenciar.
Na hora de darmos o primeiro passo, de agirmos, voltamos para trás porque dá trabalho, ou porque é chato e, na maioria das vezes, porque não temos tempo, uma vez que existem outras prioridades.
O maior trabalho dos ambientalistas é convencer a sociedade de que o homem sucumbe sem a natureza e que toda degradação gera malefícios para a qualidade de vida de todos.
O consumo desenfreado é a maior ameaça da humanidade!
Todos os impactos no Meio Ambiente gerados pelo homem estão provocando um desequilíbrio climático sem precedentes. Se não corrigirmos o rumo do desenvolvimento sustentável, prorrogaremos situações de desconforto já amplamente diagnosticadas, como a desertificação do solo que prejudica a produção de alimentos e a escassez de água doce, tão essencial à vida de todos os seres vivos terrestres.
“Isto não é problema meu, compete ao governo nos dar as diretrizes, lançar Políticas Públicas, regular as leis”. É o que costumamos pensar…
Na realidade, os governos sozinhos, nas esferas federal, estadual e municipal, não conseguirão promover as mudanças, considerando que se faz necessária a criação de parcerias e coalisões entre todos os setores da sociedade: Governo (1º setor), Empresas privadas (2º setor) e as ONGs, Fundações, Entidades Beneficentes, Fundos comunitários, Institutos (3º setor).
Os profissionais da área da saúde também devem assumir este compromisso.
É imperativo que encontremos soluções para minimizarmos o quanto for possível os impactos que geramos por meio das nossas atividades pessoais e profissionais diárias.
Os resíduos gerados nos estabelecimentos de saúde devem receber tratamento especial antes da disposição final, para evitar danos ambientais e à saúde das pessoas. São resíduos com características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxidade.
Resíduos com patogenicidade, devem ser incinerados entre 800° e 1200° para eliminar os microrganismos transmissores de doenças.
Misturar no lixo comum o gesso residual da produção, restos de alimentos com embalagens de produtos, materiais que poderiam ser encaminhados para a reciclagem, jamais!
Deixar a água correndo solta da torneira, para lavar os materiais, nem pensar!
Jogar produtos químicos no ralo da pia, em hipótese alguma!
É preciso mudar a forma como fazemos as coisas, para contribuir de forma sustentável, com a regeneração do meio ambiente.
“Mudanças nos tiram da zona de conforto e nos forçam a fazer coisas diferentes. E isso é difícil”
(James C. Hunter)
Adquirindo o conhecimento, algumas experiências e a consciência de todos estes desafios, idealizamos a startup Sorriso Sustentável, que é um hub de inovação e sustentabilidade, com a missão de transformar os ambientes em locais saudáveis, seguros e sustentáveis, em parceria com instituições públicas e privadas, priorizando a preservação e regeneração do meio ambiente, a promoção da saúde humana e o crescimento sustentável das instituições.
O que fazemos
Como startup de impacto social, desenvolvemos programas, projetos e boas práticas por meio do SGI (Sistema de Gestão Integrado) para a promoção de bem-estar integral e qualidade de vida, sustentabilidade, segurança no trabalho e responsabilidade social, assim como o desenvolvimento humano na formação de cidadãos preparados para os desafios pessoais, profissionais e comunitários do século XXI.
Sorriso Sustentável
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